Coco um folguedo dançado na região praiana do Norte e do Nordeste, sobretudo em Alagoas. Sua origem é bastante discutida, há quem afirme que aqui tenha com os escravos africanos. Conta-se a história que os negros para aliviar as dores do trabalho de quebrar os cocos secos com os pés e embalados pelo barulho que faziam, cantavam e dançavam. A dança do Coco continua sendo a expressão de desabafo da alma popular, da gente mais sofrida do Nordeste brasileiro.
A Dança teria surgido a partir do Baião originária do Sertão Nordestino.
Sendo que estaria sua origem ligada diretamente ao Cangaço. Atualmente a indumentária dos grupos que praticam esta dança traz novamente a afirmação da sua origem , pois vestem-se como Cangaceiros e Cangaceiras, porém em muitos casos apenas os homens possuem o rifle .
A Dança é realizada basicamente em duas fileiras uma de homem e outra de mulher ocorrendo algumas evoluções ,que dançam separados ou juntos sempre arrastando as alpercatas ao chão.
Sendo que estaria sua origem ligada diretamente ao Cangaço. Atualmente a indumentária dos grupos que praticam esta dança traz novamente a afirmação da sua origem , pois vestem-se como Cangaceiros e Cangaceiras, porém em muitos casos apenas os homens possuem o rifle .
A Dança é realizada basicamente em duas fileiras uma de homem e outra de mulher ocorrendo algumas evoluções ,que dançam separados ou juntos sempre arrastando as alpercatas ao chão.
Xote é uma dança de origem alemã. A dança chegou ao Brasil no início da década de 1850. De início, era executada nos salões do Segundo Reinado incorporando-se depois às funções populares urbanas, passando a ficar conhecido como Xótis e finalmente o Xote.O Xote é uma das modalidades do forró. E é uma das danças mais populares do Nordeste do Brasil.
BAIÃO
Quem imprimiu o formato urbano ao gênero foi o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento. Imigrante pobre no começo da década de 40, Gonzaga passava o pires nos bordéis do Mangue carioca enquanto tirava na sanfona valsas, sambas e serestas de sucesso na época. Estimulado por frequentadores conterrâneos anexou a seu repertório "coisas do sertão", entre elas o baião. “Eu vou mostrar pra vocês como se dança o baião e quem quiser aprender é favor prestar atenção"
Quem imprimiu o formato urbano ao gênero foi o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento. Imigrante pobre no começo da década de 40, Gonzaga passava o pires nos bordéis do Mangue carioca enquanto tirava na sanfona valsas, sambas e serestas de sucesso na época. Estimulado por frequentadores conterrâneos anexou a seu repertório "coisas do sertão", entre elas o baião. “Eu vou mostrar pra vocês como se dança o baião e quem quiser aprender é favor prestar atenção"
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